Hoje começa o outono no hemisfério norte.
Ele já andava se anunciando pelo ar, que anda geladinho... 7 graus de manhã quase a semana toda. O ventinho, levando as primeiras folhas pelo ar... As primeiras plantas ficando marrons...
E hoje ele começa oficialmente.
Eba, eu vou curtir acompanhar esse outono novo pra gente. Talvez no ano que vem eu não goste tanto, mas esse ano vai ser muito legal!
Bem-vindo, outono!
E boa primavera pra todos aí no Brasil!
Outono
22 de set. de 2012
19 de set. de 2012
Self-service de flores e abóboras
Tem uma coisa que eu achei inacreditável aqui perto de casa (e sei que tem quase em todas as vilas, só não sei se tem nas cidades maiores). É o self-service e self-pague de coisas. Hã, Dani, como assim?
Eu explico. Na entrada da nossa cidade tem um terreno de esquina. Quando minha mãe chegou no meio de julho passamos pelo terreno e tinha uma galera (umas 15 pessoas, homens e mulheres) de biquíni no maior sol plantando alguma coisa no tal terreno. Sim, de biquíni, normal, o terreno nem tem cerca, nem nada, mas aqui isso é tudo normal, e ninguém além dos estrangeiros (hehe, no caso eu e minha mãe) fica olhando muito.
Depois de algum tempo, oh que surpresa! Nasceram no terreno lindas flores! E com elas a plaquinha:
E com a plaquinha o tambor:
"Blumen zum selber schneiden" significa "flores para você próprio cortar". Então o esquema é que as flores ficam lá à disposição de quem quiser cortar, com a plaquinha de preços
e a pessoa que pegou as flores coloca o dinheiro para pagar por elas no tambor (sem câmera de segurança, cobrador, nada). De vez em quando o dono do terreno, das flores, vem recolher o dinheiro do tambor.
Simples, prático e rápido. Baseado na confiança de que as pessoas vão pagar pelas flores que pegam. Inimaginável no Brasil.
No momento eles estão vendendo dálias (50 centavos cada)
e girassóis (também 50 centavos cada)
Aí quando começou setembro apareceu ainda no mesmo terreno essa simpática figura
anunciando que ali também estão sendo vendidas abóboras (Kürbis). E olha, que abóbora aqui é um caso sério! Tem muitas, de todos os formatos imagináveis!
As maiores ficam numa carroça. Reparem que a carroça tem os preços das abóboras marcados também. Quanto maior a abóbora, mais cara.
Para as abóboras é o mesmo esquema, você passa, pega a sua abóbora e coloca o valor no tamborzão.
É ou não é demais?
Eu explico. Na entrada da nossa cidade tem um terreno de esquina. Quando minha mãe chegou no meio de julho passamos pelo terreno e tinha uma galera (umas 15 pessoas, homens e mulheres) de biquíni no maior sol plantando alguma coisa no tal terreno. Sim, de biquíni, normal, o terreno nem tem cerca, nem nada, mas aqui isso é tudo normal, e ninguém além dos estrangeiros (hehe, no caso eu e minha mãe) fica olhando muito.
Depois de algum tempo, oh que surpresa! Nasceram no terreno lindas flores! E com elas a plaquinha:
E com a plaquinha o tambor:
"Blumen zum selber schneiden" significa "flores para você próprio cortar". Então o esquema é que as flores ficam lá à disposição de quem quiser cortar, com a plaquinha de preços
e a pessoa que pegou as flores coloca o dinheiro para pagar por elas no tambor (sem câmera de segurança, cobrador, nada). De vez em quando o dono do terreno, das flores, vem recolher o dinheiro do tambor.
Simples, prático e rápido. Baseado na confiança de que as pessoas vão pagar pelas flores que pegam. Inimaginável no Brasil.
No momento eles estão vendendo dálias (50 centavos cada)
e girassóis (também 50 centavos cada)
Aí quando começou setembro apareceu ainda no mesmo terreno essa simpática figura
anunciando que ali também estão sendo vendidas abóboras (Kürbis). E olha, que abóbora aqui é um caso sério! Tem muitas, de todos os formatos imagináveis!
As maiores ficam numa carroça. Reparem que a carroça tem os preços das abóboras marcados também. Quanto maior a abóbora, mais cara.
Para as abóboras é o mesmo esquema, você passa, pega a sua abóbora e coloca o valor no tamborzão.
É ou não é demais?
17 de set. de 2012
O nosso "Waldezinho"
Wald = floresta
Perto de casa tem um Wald. Quer dizer, perto mais ou menos, são uns 2km até o Wald, e como a gente já está mais alemão e mais fisicamente ativo achamos perto (ruim pras visitas que a gente leva lá hehe).
Pra chegar no Wald temos que andar uma quadra e meia até as plantações e depois os 2km até lá. A primeira vez que a gente foi, logo que nos mudamos, estava frio e um master vento, e achamos looooongeeeee...
Depois fomos de bicicleta e tudo ficou mais fácil! Agora a gente vai a pé de vez em quando e já não parece mais tão longe.
Enfim, no meio do Wald tem uns caminhos lindos, é uma delícia passear lá. Ficamos fãs, e já chamamos ele de nosso Waldezinho, porque ele é pequeno, não é uma Floresta com F maiúsculo. Mas é o que tem aqui perto e é nosso, hehe.
Aqui na Alemanha tem muitos Waldezinhos nas áreas rurais. Pra um brasileiro, que tá acostumado a ver mato, áreas sem uso e pasto quando viaja, aqui é muito estranho de ver que cada centímetro quadrado parece ser utilizado e cuidado por alguém. Então quando você anda nas estradinhas tem plantações, vilinhas e florestinhas, tudo calculado pra não ficar muito de um só.
E é calculado mesmo! Quando você vai comprar um terreno desses em área rural, tem um tipo de zoneamento. Tem terreno que só pode ser usado pra plantações. Ou você pode comprar um terreno onde pode plantar e colocar uma casinha de ferramentas, só. Ou você pode comprar um terreno onde pode colocar uma casa pequena. Ou pode comprar um pedaço de floresta, do qual você pode tirar a madeira (tudo controladamente, sem destruir a floresta) mas não pode construir casa nem nada. Enfim, você não pode comprar um terreno e fazer com ele o que bem entender. O que no final é bom, porque assim é garantido que não vai ser tudo destruído, mal utilizado, abandonado...
Então no Brasil o normal são cidades grandes com as imensas plantações em volta. Aqui é uma vilinha (Dorf) atrás da outra com as plantações bem menores e florestinhas entre eles. Assim, seja lá onde for que você more, sempre tem um Wald por perto. E caminhar por campos e florestas aqui na Alemanha é uma verdadeira mania nacional. Tem até um verbo específico pra descrever esse tipo de atividade, chamado wandern.
Então vamos às fotos do nosso Waldezinho? Tiradas no verão, depois eu prometo colocar fotos dele no meio do inverno pra gente comparar!
Perto de casa tem um Wald. Quer dizer, perto mais ou menos, são uns 2km até o Wald, e como a gente já está mais alemão e mais fisicamente ativo achamos perto (ruim pras visitas que a gente leva lá hehe).
Pra chegar no Wald temos que andar uma quadra e meia até as plantações e depois os 2km até lá. A primeira vez que a gente foi, logo que nos mudamos, estava frio e um master vento, e achamos looooongeeeee...
Depois fomos de bicicleta e tudo ficou mais fácil! Agora a gente vai a pé de vez em quando e já não parece mais tão longe.
Enfim, no meio do Wald tem uns caminhos lindos, é uma delícia passear lá. Ficamos fãs, e já chamamos ele de nosso Waldezinho, porque ele é pequeno, não é uma Floresta com F maiúsculo. Mas é o que tem aqui perto e é nosso, hehe.
Aqui na Alemanha tem muitos Waldezinhos nas áreas rurais. Pra um brasileiro, que tá acostumado a ver mato, áreas sem uso e pasto quando viaja, aqui é muito estranho de ver que cada centímetro quadrado parece ser utilizado e cuidado por alguém. Então quando você anda nas estradinhas tem plantações, vilinhas e florestinhas, tudo calculado pra não ficar muito de um só.
E é calculado mesmo! Quando você vai comprar um terreno desses em área rural, tem um tipo de zoneamento. Tem terreno que só pode ser usado pra plantações. Ou você pode comprar um terreno onde pode plantar e colocar uma casinha de ferramentas, só. Ou você pode comprar um terreno onde pode colocar uma casa pequena. Ou pode comprar um pedaço de floresta, do qual você pode tirar a madeira (tudo controladamente, sem destruir a floresta) mas não pode construir casa nem nada. Enfim, você não pode comprar um terreno e fazer com ele o que bem entender. O que no final é bom, porque assim é garantido que não vai ser tudo destruído, mal utilizado, abandonado...
Então no Brasil o normal são cidades grandes com as imensas plantações em volta. Aqui é uma vilinha (Dorf) atrás da outra com as plantações bem menores e florestinhas entre eles. Assim, seja lá onde for que você more, sempre tem um Wald por perto. E caminhar por campos e florestas aqui na Alemanha é uma verdadeira mania nacional. Tem até um verbo específico pra descrever esse tipo de atividade, chamado wandern.
Então vamos às fotos do nosso Waldezinho? Tiradas no verão, depois eu prometo colocar fotos dele no meio do inverno pra gente comparar!
10 de set. de 2012
Meio ano de Alemanha!
No sábado dia 8 completamos 6 meses aqui na Alemanha. Às vezes parece que a gente já mora aqui há mais tempo, às vezes parece que a gente chegou ontem.
E tanta coisa rolou nesses 6 meses! E no final foi tudo tão diferente do que a gente imaginava. Foi tudo bem melhor do que a gente imaginava, na verdade. Deu tudo tão certo (e continua dando) que às vezes é difícil acreditar. Claro, tivemos alguns momentos não tão bons, algumas ansiedades, preocupações, mas foram bem poucos. E tem também a saudade das pessoas que deixamos no Brasil, que muitas vezes aperta... Principalmente pro Marcelo, que deixou toda a família lá. Eu ainda tenho família aqui, minha mãe já esteve por aqui me visitando, agora chegou minha tia, logo vem minha prima... Mas pra ele com certeza é tudo mais difícil. Além da língua, que é complicada e ele tem que aprender. Ele está se esforçando, batalhando, e eu tenho certeza que uma hora ele chega lá. Mas com só 2 meses e meio de curso ainda é tudo muito difícil. Mesmo com tudo isso ele está feliz, curtindo a vida nova.
Aliás, estamos todos curtindo essa vida nova. São tantas coisas diferentes pra experimentar, conhecer, aprender! Comidas, caminhos, cultura, pessoas... E devagar a gente vai se acostumando. A Marina já não tem mais medo de andar sozinha por aí. Já perdeu o medo de assalto. Essa semana mesmo ela me disse:
- Mãe, lembra quando a gente se mudou pra cá, que eu tinha medo de dormir nessa casa porque não tinha grade nas janelas nem guarda passando na rua? Engraçado, não tenho mais. Eu já entendi que aqui a gente não precisa ter medo como no Brasil.
Ela também está se tornando uma pessoa mais segura, sem medo de enfrentar desafios.
O Rafa começou a falar várias coisinhas em alemão, e às vezes em casa ele prefere falar essas coisas em alemão. Me parece que ele está tentando treinar, ou que ele acha bonito, sei lá. Pra toda pessoa que ele vê na rua ele diz "Hallo". Duro é que a pessoa muitas vezes engata o maior papo com ele e ele fica falando "Ja, ja" (sim, sim) e a pessoa fica crente que ele entende tudo. Aí a pessoa se despede e vai embora sem nem saber que daquilo tudo que ela disse o Rafa entendeu quase nada, hehe!
Mas na hora da bronca ele ainda fala que não quer mais nem pai, nem mãe, nem Marina, que ele vai é ir morar com a vovó no Brasil.
E eu, minha gente, como me sinto depois de 6 meses aqui? Eu ando me sentindo a mais alemã das criaturas. Eu estou amando tudo, a organização, a consciência, e até a simpatia dos alemães (sim, quem me disse que os alemães são antipáticos me enganou). E eu estou convivendo com uma cultura que fazia parte de mim mas que eu nem conhecia. E eu notei isso no domingo passado, quando voltei do mercado de pulgas e peguei um daqueles livros infantis que eu comprei pra dar uma olhada. Era um livro com poemas, histórias e músicas de natal, com ilustrações lindas! E eu comecei a chorar que nem doida de folhear o livro e ver nele as letras das músicas que eu sempre cantava no natal com os meus avós. É muito estranho estar aqui, falar a língua que eu aprendi primeiro na vida e que estava esquecidinha, sem uso dentro de mim, e encontrar um livro desses na esquina de casa pra vender baratinho...
É estranho quando eu vejo um corvo, que aqui tem de montão e eu acho um pássaro lindo, e que sempre fazia parte das histórias que eu escutava quando era criança.
É estranho encontrar com um Schornsteinfeger (que é um cara que tem por profissão limpar as chaminés das casas e que nos meus livros de criança sempre andava sujo de preto por causa da fuligem) na rua, bem do jeito que eu via nos livros, sujo de fuligem.
Enfim, eu estou conhecendo de verdade a cultura que faz parte da cultura da minha família alemã de pai e mãe, que se manteve forte por duas ou três gerações de descendentes de alemães que moram no Brasil e fizeram questão de continuar com tudo isso, passando essa cultura pros filhos. A mãe da minha mãe já nasceu no Brasil mas criou os filhos como alemães sem nunca nem ter conhecido a Alemanha. Minha mãe se casou com um filho de alemães e os dois criaram a gente também dentro da cultura alemã, e ela também não conhecia a Alemanha até outro dia... Eu estudei em uma escola alemã, tinha amigos descendentes como eu... Eu vivi uma vida bicultural e isso com certeza faz com que eu me sinta em casa aqui também.
Mais fácil pra mim, pras crianças tranquilo, pro Marcelo nem tanto... Mas assim a gente vai levando e procurando criar raízes nessa nova pátria que a gente escolheu. Ainda tem muita aventura e descoberta pela frente, e por enquanto estamos assim, felizes!!!!
E tanta coisa rolou nesses 6 meses! E no final foi tudo tão diferente do que a gente imaginava. Foi tudo bem melhor do que a gente imaginava, na verdade. Deu tudo tão certo (e continua dando) que às vezes é difícil acreditar. Claro, tivemos alguns momentos não tão bons, algumas ansiedades, preocupações, mas foram bem poucos. E tem também a saudade das pessoas que deixamos no Brasil, que muitas vezes aperta... Principalmente pro Marcelo, que deixou toda a família lá. Eu ainda tenho família aqui, minha mãe já esteve por aqui me visitando, agora chegou minha tia, logo vem minha prima... Mas pra ele com certeza é tudo mais difícil. Além da língua, que é complicada e ele tem que aprender. Ele está se esforçando, batalhando, e eu tenho certeza que uma hora ele chega lá. Mas com só 2 meses e meio de curso ainda é tudo muito difícil. Mesmo com tudo isso ele está feliz, curtindo a vida nova.
Aliás, estamos todos curtindo essa vida nova. São tantas coisas diferentes pra experimentar, conhecer, aprender! Comidas, caminhos, cultura, pessoas... E devagar a gente vai se acostumando. A Marina já não tem mais medo de andar sozinha por aí. Já perdeu o medo de assalto. Essa semana mesmo ela me disse:
- Mãe, lembra quando a gente se mudou pra cá, que eu tinha medo de dormir nessa casa porque não tinha grade nas janelas nem guarda passando na rua? Engraçado, não tenho mais. Eu já entendi que aqui a gente não precisa ter medo como no Brasil.
Ela também está se tornando uma pessoa mais segura, sem medo de enfrentar desafios.
O Rafa começou a falar várias coisinhas em alemão, e às vezes em casa ele prefere falar essas coisas em alemão. Me parece que ele está tentando treinar, ou que ele acha bonito, sei lá. Pra toda pessoa que ele vê na rua ele diz "Hallo". Duro é que a pessoa muitas vezes engata o maior papo com ele e ele fica falando "Ja, ja" (sim, sim) e a pessoa fica crente que ele entende tudo. Aí a pessoa se despede e vai embora sem nem saber que daquilo tudo que ela disse o Rafa entendeu quase nada, hehe!
Mas na hora da bronca ele ainda fala que não quer mais nem pai, nem mãe, nem Marina, que ele vai é ir morar com a vovó no Brasil.
E eu, minha gente, como me sinto depois de 6 meses aqui? Eu ando me sentindo a mais alemã das criaturas. Eu estou amando tudo, a organização, a consciência, e até a simpatia dos alemães (sim, quem me disse que os alemães são antipáticos me enganou). E eu estou convivendo com uma cultura que fazia parte de mim mas que eu nem conhecia. E eu notei isso no domingo passado, quando voltei do mercado de pulgas e peguei um daqueles livros infantis que eu comprei pra dar uma olhada. Era um livro com poemas, histórias e músicas de natal, com ilustrações lindas! E eu comecei a chorar que nem doida de folhear o livro e ver nele as letras das músicas que eu sempre cantava no natal com os meus avós. É muito estranho estar aqui, falar a língua que eu aprendi primeiro na vida e que estava esquecidinha, sem uso dentro de mim, e encontrar um livro desses na esquina de casa pra vender baratinho...
É estranho quando eu vejo um corvo, que aqui tem de montão e eu acho um pássaro lindo, e que sempre fazia parte das histórias que eu escutava quando era criança.
É estranho encontrar com um Schornsteinfeger (que é um cara que tem por profissão limpar as chaminés das casas e que nos meus livros de criança sempre andava sujo de preto por causa da fuligem) na rua, bem do jeito que eu via nos livros, sujo de fuligem.
Enfim, eu estou conhecendo de verdade a cultura que faz parte da cultura da minha família alemã de pai e mãe, que se manteve forte por duas ou três gerações de descendentes de alemães que moram no Brasil e fizeram questão de continuar com tudo isso, passando essa cultura pros filhos. A mãe da minha mãe já nasceu no Brasil mas criou os filhos como alemães sem nunca nem ter conhecido a Alemanha. Minha mãe se casou com um filho de alemães e os dois criaram a gente também dentro da cultura alemã, e ela também não conhecia a Alemanha até outro dia... Eu estudei em uma escola alemã, tinha amigos descendentes como eu... Eu vivi uma vida bicultural e isso com certeza faz com que eu me sinta em casa aqui também.
Mais fácil pra mim, pras crianças tranquilo, pro Marcelo nem tanto... Mas assim a gente vai levando e procurando criar raízes nessa nova pátria que a gente escolheu. Ainda tem muita aventura e descoberta pela frente, e por enquanto estamos assim, felizes!!!!
1 de set. de 2012
Mercado de pulgas
Hoje quem vos escreve é uma mulher feliz que conheceu mais uma das coisas incríveis que a Alemanha tem, o mercado de pulgas.
Eu já havia lido sobre isso quando estava no Brasil e achei a ideia o máximo. E hoje teve o mercado de pulgas da escolinha do Rafa. Então quem tem coisas de criança pra vender reserva uma mesa e pra isso paga 5 euros e leva um bolo, que vai ser vendido no mercado. Com isso tem o direito de "expor" as coisas de criança que tem pra vender. O dinheiro arrecadado vai pra escola, pra comprar mais brinquedos, móveis, etc.
E vou contar uma coisa, tinha de tudo, brinquedos, roupas, livros, bebê-conforto, carrinho de bebê, roupas de cama, etc. E tudo muuuuuuito barato! O Rafa estava urgentemente precisando de calças, então eu cheguei cedo e foquei em calças de menino tamanho 98cm. E achei, eba! Além disso comprei uma blusa, um colete, uma bota de frio (super boa, bem conservada por 3 euros) e 3 livros.
Agora adivinhem quanto custou tudo isso... 14 Euros no total. Só não comprei blusas de frio porque ele não está precisando, mas o que mais tem lá são casacões, por 6 euros, em média. E tudo o que eu vi estava em bom estado, ao que parecia. Só uma das calças que eu comprei que no final estava com um furo atrás e eu só vi em casa.
Mas essa calça a mãe do amiguinho do Rafa, que é super simpática, nem cobrou. Ela me vendeu essa calça, a jardineira bege e a bota por 5 euros, então eu considero que essa calça foi "de grátis". Vou costurar algo por cima do furo e está ótima pra encarar o Kindergarten!
E tinha muita gente comprando, ao lado rola o café com bolo, o pessoal se encontra, bate papo, uma delícia! E é impressionante ver que o povo aqui não tem a menor vergonha de usar roupa usada não! Amei! Estamos todos mostrando senso de economia, consciência ecológica e independência do consumismo! Mais um ponto pra Alemanha!
Eu já havia lido sobre isso quando estava no Brasil e achei a ideia o máximo. E hoje teve o mercado de pulgas da escolinha do Rafa. Então quem tem coisas de criança pra vender reserva uma mesa e pra isso paga 5 euros e leva um bolo, que vai ser vendido no mercado. Com isso tem o direito de "expor" as coisas de criança que tem pra vender. O dinheiro arrecadado vai pra escola, pra comprar mais brinquedos, móveis, etc.
E vou contar uma coisa, tinha de tudo, brinquedos, roupas, livros, bebê-conforto, carrinho de bebê, roupas de cama, etc. E tudo muuuuuuito barato! O Rafa estava urgentemente precisando de calças, então eu cheguei cedo e foquei em calças de menino tamanho 98cm. E achei, eba! Além disso comprei uma blusa, um colete, uma bota de frio (super boa, bem conservada por 3 euros) e 3 livros.
Agora adivinhem quanto custou tudo isso... 14 Euros no total. Só não comprei blusas de frio porque ele não está precisando, mas o que mais tem lá são casacões, por 6 euros, em média. E tudo o que eu vi estava em bom estado, ao que parecia. Só uma das calças que eu comprei que no final estava com um furo atrás e eu só vi em casa.
Mas essa calça a mãe do amiguinho do Rafa, que é super simpática, nem cobrou. Ela me vendeu essa calça, a jardineira bege e a bota por 5 euros, então eu considero que essa calça foi "de grátis". Vou costurar algo por cima do furo e está ótima pra encarar o Kindergarten!
E tinha muita gente comprando, ao lado rola o café com bolo, o pessoal se encontra, bate papo, uma delícia! E é impressionante ver que o povo aqui não tem a menor vergonha de usar roupa usada não! Amei! Estamos todos mostrando senso de economia, consciência ecológica e independência do consumismo! Mais um ponto pra Alemanha!
Assinar:
Postagens (Atom)